quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Antonio Indjai acusara Cadogo Jr de ser MATADOR

É sabido que Cadogo jr nunca quis Malam Bacai Sanha como presidente da Republica. E esta disposto para tudo , no intuito de controlar a Guiné-Bisau com José Eduardo dos Santos e familia. Para isso esta disposto a comprar consciência de tudo e de tudos com ajuda do MPLA , do Jose Eduardo dos Santos, Presidente de Angola sob pretexto de Reformas das Forças Armadas. Essas reformas tem que ser aos seus ditames a maneira deles, sem nenhum criterio constitucionais. Ora sabendo da ausência por motivos de saúde do presidente Bacai Sanha, Cadogo Jr apressou a por em demarche a sua tactica maquiavelica para assassinar aqueles que ousaram o desafiar , um golpe estado inventado.e fazer caça as bruxas.

Primeiro foi a França perceber da gravidade do estado de saúde do Malam Bacai Sanha , para ter a certeza de que este ja não poderia exercer as sua funçoes de Presidente da Republica devido ao seu estado clinico. Depois, pós se a correr para Angola , com José Eduardo dos Santos prepar os detalhes com ajuda das tropas angolanas e montaram uma cilada. Começaram "intrigas" entre os militares. Alias, disse a menos de um més Ministro de defesa Baciro Dja :
"Está-se a criar um clima de intriga entre o general Antonio Indjai e o almirante Bubo na Tchuto," acrescentou Djá para quem essa intriga poderia pôr o país em perigo.

Guineenses esteja atento com Cadogo Jr... mete dinheiro para intigar os militares... Abrem olhos camaradas...Malam Ja não volta mais, e cadogo jr sabe disso, por isso aproveitou para montar esse golpe para assassinar os adversarios como fez em 2009 com Mortes de Helder Proença... Basta....Haja Paz
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Tiroteio em Bissau reacendeu pesadelo

Domingos Simões Pereira (foto LUSA)



No dia seguinte ao Natal, Bissau acordou em sobressalto, ao som de disparos de armas automáticas, reacendendo o pesadelo de um novo golpe de Estado.

O incidente ocorreu na base militar onde está guardado o material bélico, localizada no centro da capital. Na origem deste tiroteio estão desentendimentos entre o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, António Indjai, e Bubo Na Tchuto, chefe do Estado-Maior da Armada, cujo nome consta em vários relatórios da Interpol como estando envolvido no tráfico de droga que tem assolado o país nos últimos anos.

Apesar da agitação matinal, o presidente da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, Domingos Simões Pereira, assegurou a A BOLA, desde Bissau, que a população está tranquila e que o país vive a normalidade possível.

«Tratou-se de um acto isolado e esperemos que os culpados sejam levados a assumir as suas responsabilidades. Tudo voltou à normalidade, apesar de a população não esconder algum desânimo, perplexidade e inconformismo com esta situação. Ainda assim, é bom saber que o Governo e a sociedade civil estão presentes», disse.

O presidente da CPLP sentiu mágoa por o país ser falado devido ao som das armas. «Lamento que a Guiné-Bissau volte a ser notícia pelos piores motivos numa altura em que estava a atravessar um longo período de acalmia e de desenvolvimento. Não é um processo fácil, linear e sabíamos que poderiam surgir alguns solavancos ao longo do processo de paz. Espero que não haja retrocesso», observou Domingos Simões Pereira.


Por Leonel Lopes Gomes

Mais um morte


Iaia Dabó, irmão do ex-ministro do Interior Baciro Dabó, foi hoje morto em Bissau, suspeito de ter sido o assassino de um polícia durante o conflito entre militares na última madrugada na capital guineense, disse à Lusa fonte policial.
A fonte não quis dizer as circunstâncias em que Iaia Dabó, um major da polícia retirado do ativo, foi abatido. Apenas confirmou que o seu corpo se encontrava no hospital Simão Mendes, em Bissau, para onde foi transportado.
Iaia Dabó, segundo a mesma fonte, era procurado pela polícia, acusado de ter sido o autor dos disparos contra um agente da polícia de proteção pública que, depois de ter sido transportado para o Senegal, acabou por falecer na tarde de hoje.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/guine-bissau-abatido-a-tiro-suspeito-de-assassinar-policia=f696678#ixzz1hmpdxyFp

De novo com "djumbulimani" na praça de Bissau

Vários políticos guineenses podem ser detidos
Bissau – Depois de abortada a tentativa de destituir o Chefe de Estado-maior General das Forcas Armadas da Guiné-Bissau, Antonio Indjai, poderão vir a ocorrer detenções de alguns políticos suspeitos.
Segundo disse uma fonte militar à PNN, que confirma a existência de «fortes possibilidades» de se verificar o envolvimento de civis na frustrada insurreição, podem ainda vir a ser detidos alguns políticos suspeitos.

A residência do deputado e um dos destacados dirigentes do PAIGC (no poder), Roberto Ferreira Cacheu, foi violada na noite desta segunda-feira, 26 de Dezembro, por um grupo de homens fardados.

O referido político foi suspenso do partido, outrora indiciado no caso 4 e 5 de Junho de 2009, o qual resultara nas mortes de Baciro Dabo e Hélder Proença.

Muitos políticos deverão ainda ser sujeitos a convocação, no âmbito de uma comissão de inquérito, que vai ser criada para averiguar a identidade dos indivíduos implicados na intentona.

Sobre esta possibilidade, o Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, não quis comentar, negando conhecer a existência de políticos implicados mas, apesar disso, dezenas de militares foram já presos, entre os quais estão soldados e oficiais.

Das altas patentes nas prisões militares figuram José Américo Bubu Na Tchutu, Chefe de Estado-maior da Armada, Watna Na Lay, antigo Chefe de Estado-maior do Exército na era de Veríssimo Correi Seabra e que actualmente desempenha as funções de Conselheiro do General António Indjai, bem como o actual vice-Chefe de Estado-maior do Exercito, Cletch Na Ghanh.

O móbil da revolta não foi patenteado porque os alegados autores não se fizeram apresentar mas foi possível apurar que o objectivo era inverter a ordem constitucional, mediante o afastamento do Chefe de Estado-maior
General das Forcas Armadas, António Indjai e a destituição do Primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior.

Por motivos de saúde, o Presidente da República, Malam Bacai Sanha, não estará em condições de continuar a sua magistratura suprema em efectividade.

Lassana Cassama
(c) PNN Portuguese News Network